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Mostrando postagens com marcador Profany. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 24 de julho de 2012

Livro com desconto até 29/07/12

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terça-feira, 10 de julho de 2012

Contos Apócrifos: Profany - Livro 1: Já está a venda!




Já está disponível o primeiro volume de Contos Apócrifos.


Sinopse oficial:


A queda dos Anjos e a ascensão de Lúcifer.
O inimaginável aconteceu: Satanás invadiu o Reino dos Céus, transformou os anjos em mortais e se sentou no Trono de Deus. Agora Lúcifer reina como senhor da Criação.
Jogados na Terra, os anjos, agora chamados de nefilim, precisam dividir o mundo com os homens. E por território, comida e racismo as duas raças entraram em guerra.
Mas há um anjo que não foi afetado pela maldição, pois séculos atrás foi condenado ao Inferno por um grande pecado: o amor de uma mulher.
Profany é seu nome, e somente ele pode empunhar a Espada do Arcanjo Miguel, única arma capaz de destruir Lúcifer. Mas, será que ele está disposto a fazer isso?
Embarque numa aventura na companhia de anjos caídos, crianças em busca de fé, gênios sombrios e assassinos e uma bruxa imortal em um mundo devastado por guerras e pelo poder do Demônio, onde o perigo espreita cada esquina e a morte é o pão de cada dia.


Clique no link para comprar: https://clubedeautores.com.br/book/131635--Contos_Apocrifos_Profany__Livro_1

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Trecho de Contos Apócrifos: Profany

Voltando por essas paragens venho declarar que meu livro Contos Apócrifos: Profany vol. 1 está terminado! E pra celebrar, segue abaixo um pequeno trecho do livro.

capa-profany1O livro aberto sobre a mesa teve suas páginas reviradas pelo vento. Gabriel, de pé, fitava o horizonte do convés com Haziel sentada próxima dele. O lorde nefilim mantinha uma postura ereta, com as mãos atrás do corpo e um olhar não menos assustador, mas mais calmo. Ao seu redor, velas queimavam violentamente dando uma fraca luz no meio daquela escuridão que antecedia o nascer do sol. Gabriel parecia esperar justamente isso. Fitava o horizonte esperando que o astro-rei, mais vermelho do que naturalmente deveria aparentar, surgisse e mergulhasse aquele canto de mundo na sua luz. Seria bom ver o nascer do sol, apesar de tudo.

Um ruído. Como o som de um rato roendo alguma porcaria. Haziel ergueu os olhos, já inchados pela falta de sono. Gabriel apenas olhou de lado, com seu único olho. As chamas das velas se apagaram ao mesmo tempo. O primeiro raio de sol apontou no horizonte trazendo a aurora consigo. E o peixe tinha mordido a isca.

Com a luz avermelhada do sol, atrás de Gabriel se descortinou a figura de um afrit, semelhante ao que Profany havia capturado em Londres, mas não tão negro, com suas formas mais discerníveis. Pele escamosa como a de um lagarto. Cara espinhosa, com uma bocara torta exibindo uma carreira de dentes amarelos e tortos. Orelhas pontiagudas e grandes. Cabelos ausentes, mostrando uma careca cheia de furúnculos nojentos. A criatura tinha cerca de um metro e meio, estava nua, e chagas brotavam pela sua pele de lagarto. Estava preso. A risca de giz, em vermelho, com símbolos antigos, rodeado por quatro velas agora apagadas.

Gabriel se voltou. Haziel se levantou e se aproximou com uma arma na mão.

— Mortais! Mortais desgraçados, vadios e nojentos!! — disse o gênio, com uma voz sibilante como de uma serpente.

— Feche essa sua boca imunda, maldito. — disse Gabriel cuspindo nele logo em seguida. — Filho de Samyaza, outrora foi um gigante comedor de homens, agora é uma criatura bizarra, fraca e pequena, que só tem uma forma material porque Satanás lhe concedeu quando tomou o Trono. Senão não passaria de um espírito sujo, que precisaria possuir algum mortal fraco para se manifestar nesse mundo! — em seguida Gabriel o esbofeteou. O afrit grunhiu. — Sim, isso dói, não é? Enquanto estiver nesse círculo, sentirá dor. E eu farei questão de que sinta muita dor.

— Ahh! Por que faz isso comigo?! O que quer de mim?! — disse entre gritos o maldito demônio.

— Apenas uma coisa quero de você, criatura amaldiçoada. Pois para mais nada tu me serves. Me diga onde está Profaniel.

— Profaniel?! Não conheço nenhum... — antes que concluísse a frase, o afrit recebeu um chute de Gabriel, e logo em seguida um muro. Depois o lorde nefilim puxou pela orelha e bateu sua cabeça contra o chão. Finalizando com uma nova cusparada.

— Mentiroso! Sua corja não sabe fazer outra coisa a não ser mentir?! Devia ter exterminados todos quando tive a chance! — outro chute. O afrit apenas gritava de dor. — É claro que sabe de Profaniel. Toda a sua laia sabe. Pois ninguém é tirado do Abismo sem que vocês saibam. E como vocês falam! A notícia se espalhou como rastro de pólvora, com certeza! E com certeza a cabeça de Profaniel está a prêmio, então, senão quiser apanhar até o sol que vê nascer atrás de mim se ponha na minha frente, é melhor me dizer onde está Profaniel! — sem esperar resposta, Gabriel desferiu novos golpes. Pisou na mão do demônio até sentir seus ossos partirem.

— Chega! Chega!! Eu falo, eu falo!! — o afrit, com o corpo cada vez mais coberto de hematomas e chagas, respirou ofegante aproveitando que Gabriel se afastou e disse: — O condenado, o portador do Selo está na cidade de Londres.

— Londres! Mas é claro! A terra de sua vida mortal... — disse Haziel, se admirando de ninguém ter pensado nisso antes.

— Hmpf... — Gabriel deu as costas para o afrit enquanto fitava o sol surgindo e massageava sua mão. — Haziel, mude o curso para a Inglaterra. Vamos atrás daquele insolente.

— Certo... E o pequeno fedorento, aqui?

— Mate-o.

— O quê?! Mas eu disse onde ele estava! — o afrit se recolheu como um animalzinho acuado, quase dígino de pena.

— Eu nunca disse que iria soltá-lo depois de me falar o que sabia. — sentenciou Gabriel deixando o convés. Haziel ergueu a pistola e deu sete tiros na cabeça do afrit. Cápsulas de sal encantado. O corpo do demônio se desfez em chamas.

Contos Apócrifos: Profany - vol. 1

Anderson Oliveira

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Contos Apócrifos: Profany e Zaphirah

Certo dia rabiscando no trabalho eis que saiu esse desenho, mostrando o encontro desses dois personagens que eu estou escrevendo em meu livro.

Um anjo caído e uma bruxa. O que sairá disso?

Profany e Zaphirah (Contos Apócrifos)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

De volta ao profano

Profany Apócrifo 2010 As férias estão acabando, e só agora, menos de uma semana para seu final, escrvei novas linhas para Contos Apócrifos: Profany.

Um bloqueio criativo e inúmeras distrações me afastaram do projeto, mas graças ao incentivo de amigos e um pouco de força de vontade consegui retomar a escrita. E o capítulo 7, que não tinha nem 2 páginas ontem foi finalizado com um total de 12 páginas. Além de ter concluido um prólogo inédito de 3 páginas. Hoje já começei o capítulo 8.

Minha meta é escrever todo dia, nem que seja uma unica página. Com isso, logo completo os 25 capítulos que pretendo para fechar o primeiro volume até o final do ano. Essa é minha meta!

E se tudo der certo vou batê-la!

Obrigado a todos os que me incentivaram nessa jornada. Sem seu apoio nunca teria dado os primeiros passos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Inspiração maldita (ou não): Genna

image Faz cerca de três meses quando as coisas se acalmaram lá no trabalho (Nem quero pensar, aqui nesse fim de férias, se a calmaria persiste ou se começou a tempestade…). Selecionado para um novo setor o volume de trabalho caiu drasticamente, me sobrando um tempo ocioso enorme. Horas sem ter o que fazer e sem poder sair dali. Foi quando, um certo dia, abri o Wordpad no PC do trampo e começer a escrever, coisa que já não fazia há tempos.

Escrevi. E o que no príncipio não tinha forma nem sentido foi fluindo de uma forma tão natural que, sem medo de falar besteira, me senti possuído por uma força que me impulsionou a criar uma boa história, que abriu caminho para ideias até então estacionadas. Ideias para o futuro livro que ainda ei de finalizar, Profany, Contos Apócrifos – que apartir desse episódio resolvi chamá-lo de Contos Apócrifos: Profany. Pois o que eu escrevi naquele dia foi a história de Genna.

Claro que não vou revelar os detalhesda trama, mas naquele dia e nos próximos que se seguiram, escrevi uma narrativa que, de forma resumida rendeu cerca de 20 páginas, mas se eu explorasse mais a história teria material para todo um novo volume de Contos Apócrifos (aí a decisão de inverter os nomes. Contos Apócrifos: Profany é o volume 1; Contos Apócrifos: Genna será o volume 2). Tal qual nasceu as ideias para o ínicio da saga, vindas de um sonho que tive, creio que essas novas ideias também me foram inspiradas.

Porém, se Profany é um anjo condenado, Genna (“inferno” em hebraico), que pelos desenhos que fiz logo se percebe ser seu oposto, é um demônio. Por isso o título da postagem é “Inspiração maldita”. Genna, portadora de uma beleza cativante é um maldito demônio. Mas será mesmo maldito? Será que, no fundo, ela não é apenas uma vítima do destino? Essas perguntas deixarei para respondê-las em Contos Apócrifos.

Agora a parte triste da história: no trabalho, devido a segurança da informação, tudo que escrevi lá ficou lá. Não pude trazer nada para casa, apenas o que minha mente conseguir lembrar. E isso é o bastante para dar continuidade a saga de Profany e dos Nefilins num mundo onde Lúficer está no Trono de Deus.

Logo abaixo os desenhos de Genna. Por sorte, os desenhos que fiz lá, no papel, consegui trazer pra casa:

Genna [Profany, Contos Apócrifos]

Este fiz hoje, à lápis, aqui em casa:

Genna (Contos Apócrifos)

Leia o que publiquei sobre Profany no UNF no seguinte link: http://www.novafrequencia.com.br/search/label/Profany